quarta-feira, 19 de novembro de 2014



4 comentários:

  1. Por isso luto comigo para, um dia, voar, corujinha.

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    1. VOAR

      O ar, essa casa
      sem portas
      sem travas
      O ar, esse l(ar
      de todo voar

      O ar, esse ir

      O ar, o lá...

      O ar, o aly

      O ar, o aqui

      O ar, o aqui-ly-no

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  2. Nossa triste realidade tratada num belo poema.

    p.s.: amei a entrevista concedida ao site LiteraturaBr!
    Abraço,
    M

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    1. DÉCIMA DO DESARMAMENTO

      Para Mikl Andrade

      Queres retirar as trancas
      Viver sem temer alarmes?
      Pois que a ti mesmo desarmes
      E desfaças as carrancas
      Palavras de fogo ou brancas
      Que as tornes de paz e apoio
      Os conselhos de saloio
      Esqueças, largues de mão

      - Que te inspire Salomão
      Semeies trigo e não joio


      p.s: o poema acima é conselho para todos nós. Grato pela leitura e aprovação da entrevista

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